Categories Reflexões

Deus nos consola

Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois Tu estás comigo; a Tua vara e o Teu cajado me protegem. Salmo 23:4

Às vezes, as coisas acontecem tão de repente que não estamos preparadas para elas. Minha cunhada, Marge, e eu, fazíamos quase tudo juntas. Éramos vizinhas de porta e também fazíamos compras juntas. Num dia de primavera, depois de comprar mantimentos, ela me deixou em casa. Depois de descarregar seus mantimentos em casa, ela me ligou para informar que estava tudo bem. Mantínhamos o controle sobre o bem-estar uma da outra desse jeito. Sem o meu conhecimento, Marge se lembrou de que a bolsa de cartões estava no carro. Ela voltou, mas não levou a bengala. Devido às árvores que haviam caído algum tempo antes, o solo estava irregular. Além da bolsa de cartões, Marge decidiu transportar um pacote de garrafas de água. Geralmente ela pede que minha filha ou neta peguem a água que ela compra. Perdendo o equilíbrio, Marge caiu e não conseguiu se levantar. Pegou o celular e ligou para o meu filho, Garry, na garagem ao lado. Ele chegou rápido e a ajudou a entrar em casa. Kathy, minha filha, chegou em casa e soube o que havia acontecido, que a tia Marge tinha batido a cabeça e o pulso direito doía muito. Decidimos levar a minha cunhada ao hospital para avaliar seus ferimentos.

Na sala de emergência, os exames revelaram que Marge havia fraturado o pulso direito e também vários lugares no pescoço e nas costas. Estava usando uma atadura bem desconfortável. Ela foi para um quarto hospitalar, pouco se movia por causa da atadura e precisava de ajuda para tomar remédios, comer e usar o banheiro.

Após três dias, os cuidadores de Marge permitiram que ela subisse as escadas para iniciar a fisioterapia. Ela começou a ser atendida por quatro terapeutas, das 8h às 16h, diariamente, com breves intervalos entre os exercícios e sem cochilos longos. Marge estava cansada porque permaneceu no hospital por quatro dias. Na manhã seguinte, quarta-feira, a pessoa que fazia ronda às 4h da madrugada pensou que ela estivesse bem. No entanto, quando o cuidador chegou às 5h30 descobriu que o coração dela havia parado de bater! A equipe médica a levou apressadamente para a unidade de terapia intensiva. Marge nunca recuperou a consciência e faleceu.

Todos nós ficamos chocados, mas Marge viveu para Deus e estava pronta para partir. E quanto a você e a mim? Como temos vivido? Se algo nos acontecer, estaremos prontas também?

Anne Elaine Nelson

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Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois Tu estás comigo; a Tua vara e o Teu cajado me protegem. Salmo 23:4

Às vezes, as coisas acontecem tão de repente que não estamos preparadas para elas. Minha cunhada, Marge, e eu, fazíamos quase tudo juntas. Éramos vizinhas de porta e também fazíamos compras juntas. Num dia de primavera, depois de comprar mantimentos, ela me deixou em casa. Depois de descarregar seus mantimentos em casa, ela me ligou para informar que estava tudo bem. Mantínhamos o controle sobre o bem-estar uma da outra desse jeito. Sem o meu conhecimento, Marge se lembrou de que a bolsa de cartões estava no carro. Ela voltou, mas não levou a bengala. Devido às árvores que haviam caído algum tempo antes, o solo estava irregular. Além da bolsa de cartões, Marge decidiu transportar um pacote de garrafas de água. Geralmente ela pede que minha filha ou neta peguem a água que ela compra. Perdendo o equilíbrio, Marge caiu e não conseguiu se levantar. Pegou o celular e ligou para o meu filho, Garry, na garagem ao lado. Ele chegou rápido e a ajudou a entrar em casa. Kathy, minha filha, chegou em casa e soube o que havia acontecido, que a tia Marge tinha batido a cabeça e o pulso direito doía muito. Decidimos levar a minha cunhada ao hospital para avaliar seus ferimentos.

Na sala de emergência, os exames revelaram que Marge havia fraturado o pulso direito e também vários lugares no pescoço e nas costas. Estava usando uma atadura bem desconfortável. Ela foi para um quarto hospitalar, pouco se movia por causa da atadura e precisava de ajuda para tomar remédios, comer e usar o banheiro.

Após três dias, os cuidadores de Marge permitiram que ela subisse as escadas para iniciar a fisioterapia. Ela começou a ser atendida por quatro terapeutas, das 8h às 16h, diariamente, com breves intervalos entre os exercícios e sem cochilos longos. Marge estava cansada porque permaneceu no hospital por quatro dias. Na manhã seguinte, quarta-feira, a pessoa que fazia ronda às 4h da madrugada pensou que ela estivesse bem. No entanto, quando o cuidador chegou às 5h30 descobriu que o coração dela havia parado de bater! A equipe médica a levou apressadamente para a unidade de terapia intensiva. Marge nunca recuperou a consciência e faleceu.

Todos nós ficamos chocados, mas Marge viveu para Deus e estava pronta para partir. E quanto a você e a mim? Como temos vivido? Se algo nos acontecer, estaremos prontas também?

Anne Elaine Nelson

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