Categories Reflexões

O cravo amarelo

Pois nada é impossível para Deus. Lucas 1:37

Um sábado a cada mês, nosso grupo da igreja visita uma casa de repouso local. Lá temos um serviço de louvor vespertino com os residentes. Muitos dos que vivem lá são membros de uma das nossas igrejas da área. No fim de semana do Dia das Mães, nosso grupo decidiu que levaria cravos coloridos para dar a cada residente no encerramento do programa. Foi divertido vê-los sorrir, aceitar as flores e admirá-las. Ninguém do grupo quis o último cravo com pétalas roxas e brancas. Peguei a flor e o meu livro de canções. Ao sair, parei para conversar com um cavalheiro na cadeira de rodas. Sentei para ouvir a história de sua família e coloquei o livro e a flor em uma mesa próxima enquanto o escutava.

Quando me levantei para sair, vi um lindo e grande cravo amarelo no meu livro em vez do cravo branco e roxo, bem menor. Olhei em volta para ver quem poderia ter trocado as flores. Ninguém estava perto. Ao atravessar o corredor, ofereci o lindo cravo amarelo a algumas senhoras, mas todas recusaram, mostrando-me que já tinham seus cravos.

Quando saí para a luz do sol, notei um casal sentado ao lado. Caminhei e os cumprimentei. Ele estava curvado em uma cadeira de rodas enquanto ela segurava a mão daquele senhor. Ela disse:

– Adoro flores; mas, quando meu esposo se mudou para cá, tivemos que vender nossa casa. Eu não tenho mais um jardim. Quando visito meu esposo aqui, aprecio todas as belas cestas penduradas.

Segurei meu lindo cravo amarelo e disse que eu gostaria que ela ficasse com ele, em homenagem ao Dia das Mães.

– Os cravos amarelos sempre foram meus favoritos – ela disse, com olhos tristes.

Alguns dos meus amigos deram a entender que essa experiência foi apenas uma coincidência. No entanto, estou convencida de que nosso amado Pai celestial, para quem nada é impossível, realizou um de Seus muitos milagres naquele dia. Não tenho outra explicação para um cravo branco e roxo “coincidentemente” se transformar em um lindo e grande cravo amarelo – além da explicação de que “a coincidência não é nada mais que Deus trabalhando anonimamente”. Em Isaías 65:24, Deus promete: “Antes de clamarem, Eu responderei; ainda não estarão falando, e Eu os ouvirei.”

Tenho certeza de que, enquanto eu conversava com o pastor aposentado naquele dia, nosso Deus transformou a pequena flor em algo mais bonito, para que uma sobrecarregada mulher idosa pudesse ter sua flor favorita.

Beverly D. Hazzard

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O cravo amarelo

Pois nada é impossível para Deus. Lucas 1:37

Um sábado a cada mês, nosso grupo da igreja visita uma casa de repouso local. Lá temos um serviço de louvor vespertino com os residentes. Muitos dos que vivem lá são membros de uma das nossas igrejas da área. No fim de semana do Dia das Mães, nosso grupo decidiu que levaria cravos coloridos para dar a cada residente no encerramento do programa. Foi divertido vê-los sorrir, aceitar as flores e admirá-las. Ninguém do grupo quis o último cravo com pétalas roxas e brancas. Peguei a flor e o meu livro de canções. Ao sair, parei para conversar com um cavalheiro na cadeira de rodas. Sentei para ouvir a história de sua família e coloquei o livro e a flor em uma mesa próxima enquanto o escutava.

Quando me levantei para sair, vi um lindo e grande cravo amarelo no meu livro em vez do cravo branco e roxo, bem menor. Olhei em volta para ver quem poderia ter trocado as flores. Ninguém estava perto. Ao atravessar o corredor, ofereci o lindo cravo amarelo a algumas senhoras, mas todas recusaram, mostrando-me que já tinham seus cravos.

Quando saí para a luz do sol, notei um casal sentado ao lado. Caminhei e os cumprimentei. Ele estava curvado em uma cadeira de rodas enquanto ela segurava a mão daquele senhor. Ela disse:

– Adoro flores; mas, quando meu esposo se mudou para cá, tivemos que vender nossa casa. Eu não tenho mais um jardim. Quando visito meu esposo aqui, aprecio todas as belas cestas penduradas.

Segurei meu lindo cravo amarelo e disse que eu gostaria que ela ficasse com ele, em homenagem ao Dia das Mães.

– Os cravos amarelos sempre foram meus favoritos – ela disse, com olhos tristes.

Alguns dos meus amigos deram a entender que essa experiência foi apenas uma coincidência. No entanto, estou convencida de que nosso amado Pai celestial, para quem nada é impossível, realizou um de Seus muitos milagres naquele dia. Não tenho outra explicação para um cravo branco e roxo “coincidentemente” se transformar em um lindo e grande cravo amarelo – além da explicação de que “a coincidência não é nada mais que Deus trabalhando anonimamente”. Em Isaías 65:24, Deus promete: “Antes de clamarem, Eu responderei; ainda não estarão falando, e Eu os ouvirei.”

Tenho certeza de que, enquanto eu conversava com o pastor aposentado naquele dia, nosso Deus transformou a pequena flor em algo mais bonito, para que uma sobrecarregada mulher idosa pudesse ter sua flor favorita.

Beverly D. Hazzard

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