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Pegadas

Como é grande a colheita que vem da Tua bondade! Por onde passas, há fartura. Salmo 65:11 (NTLH)

Restos de alimento, tocas, ninhos e pegadas são alguns dos sinais que indicam a presença de animais. Dessas marcas se pode deduzir a preferência alimentar, se são muitos ou não, as atividades e o domínio que exercem no ambiente. As pegadas fósseis servem para identificar e descrever novas espécies.

As pegadas estimulam a imaginação. De onde elas surgiram e para onde vão? O que aconteceu no ponto onde várias pegadas se misturaram? Restos de pelos, penas e manchas de sangue denunciam a luta entre predador e presa. Os invertebrados deixam muitas marcas. Olho bem aberto e uma lupa ajudam a identificá-los.

Mariposas e borboletas deixam os restos de sua primeira pele no chão, ou penduradas a um galho. Para se proteger, a ninfa da cigarrinha produz uma espuma entre os talos de capim. Isso a mantém úmida e afasta os predadores.

De algumas folhas foram tirados pedaços bem certinhos. Por elas podem ter passado abelhas que cortam as folhas do tamanho que precisam para encaixar no ninho. Algumas lagartas de mariposas comem folhas, desenhando trilhas e curvas muito interessantes sobre elas.

O verso de hoje identifica a Deus como o nosso mantenedor. Ele dá a chuva e o Sol, faz a semente nascer e frutificar. E por onde Ele passa fica a prova da Sua bondade. Nós também deixamos pegadas. A maneira como olhamos as pessoas pode até revelar parte de nosso interior. O olhar pode traduzir alegria, timidez, ódio ou amor.

Mesmo quando achamos que não estamos sendo vistos ou que somos anônimos em algum lugar, alguém está nos vendo. Não se trata de estar sendo vigiado. Por isso, o maior rastro que podemos deixar é o de nossa influência pessoal. De confiança, de esperança, de entusiasmo e de alegria. Cultive sempre uma disposição calma e evite reclamar. Enfeite seu rosto com um sorriso. Se for preciso, treine sorrir na frente do espelho fazendo uma careta para você mesmo. Deixe essa pegada onde você passar.

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Como é grande a colheita que vem da Tua bondade! Por onde passas, há fartura. Salmo 65:11 (NTLH)

Restos de alimento, tocas, ninhos e pegadas são alguns dos sinais que indicam a presença de animais. Dessas marcas se pode deduzir a preferência alimentar, se são muitos ou não, as atividades e o domínio que exercem no ambiente. As pegadas fósseis servem para identificar e descrever novas espécies.

As pegadas estimulam a imaginação. De onde elas surgiram e para onde vão? O que aconteceu no ponto onde várias pegadas se misturaram? Restos de pelos, penas e manchas de sangue denunciam a luta entre predador e presa. Os invertebrados deixam muitas marcas. Olho bem aberto e uma lupa ajudam a identificá-los.

Mariposas e borboletas deixam os restos de sua primeira pele no chão, ou penduradas a um galho. Para se proteger, a ninfa da cigarrinha produz uma espuma entre os talos de capim. Isso a mantém úmida e afasta os predadores.

De algumas folhas foram tirados pedaços bem certinhos. Por elas podem ter passado abelhas que cortam as folhas do tamanho que precisam para encaixar no ninho. Algumas lagartas de mariposas comem folhas, desenhando trilhas e curvas muito interessantes sobre elas.

O verso de hoje identifica a Deus como o nosso mantenedor. Ele dá a chuva e o Sol, faz a semente nascer e frutificar. E por onde Ele passa fica a prova da Sua bondade. Nós também deixamos pegadas. A maneira como olhamos as pessoas pode até revelar parte de nosso interior. O olhar pode traduzir alegria, timidez, ódio ou amor.

Mesmo quando achamos que não estamos sendo vistos ou que somos anônimos em algum lugar, alguém está nos vendo. Não se trata de estar sendo vigiado. Por isso, o maior rastro que podemos deixar é o de nossa influência pessoal. De confiança, de esperança, de entusiasmo e de alegria. Cultive sempre uma disposição calma e evite reclamar. Enfeite seu rosto com um sorriso. Se for preciso, treine sorrir na frente do espelho fazendo uma careta para você mesmo. Deixe essa pegada onde você passar.

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