Como o Cromo age no organismo

Sobre a descrição dos mecanismos pelos quais o cromo age, se propôs que esse mineral aumenta a fluidez da membrana celular para facilitar a ligação da insulina com seu receptor(19) e que o GTF funciona como um carreador de cromo para proteínas celulares deficientes em cromo(20). Mais recentemente, o cromo foi caracterizado como componente participante do mecanismo de amplificação da sinalização celular de insulina, ou seja, um fator colaborador do aumento da sensibilidade de receptores insulínicos na membrana plasmática(21). O mecanismo de participação do cromo na ação da insulina começou a ser esclarecido em meados dos anos 1980 por meio do isolamento e da caracterização de um oligopeptídeo ligador de cromo, que inicialmente foi denominado substância ligadora de cromo de baixo peso molecular (low-molecular weight chromium-binding substance – LMWCr)(22-24). Esse oligopeptídeo de 1,5kDa e com apenas quatro tipos de resíduos aminoacídicos (glicina, cisteína, glutamato e aspartato) possui aspecto tetranuclear que liga quatro íons de Cr3+, tendo sido isolado em tecidos de várias espécies de mamíferos, inclusive em fígado de rato. As diferenças entre o GTF isolado das leveduras e o LMWCr dos tecidos de mamíferos são basicamente a presença de ácido nicotínico, existente apenas no GTF de leveduras(23), e a ausência de efeitos desse GTF sobre a ação insulínica assim como o cromo de forma isolada(3). O LMWCr, em função da semelhança com a calmodulina em estrutura e função, recebe o nome também de cromodulina quando ligado aos quatro íons de cromo, enquanto na forma livre de minerais é denominado apocromodulina e encontra-se predominantemente no meio intracelular, mais especificamente no citosol e no núcleo(22). Foi proposto por Yamamoto et al.(24) que o estímulo à ação da insulina é dependente do conteúdo de cromo na cromodulina intracelular. A cromodulina favorece a sensibilidade à insulina por estimular a atividade tirosina quinase do receptor insulínico na membrana plasmática. O sítio de ativação parece estar localizado próximo ou no próprio sítio ativo da enzima tirosina quinase, a qual causa a inibição da enzima fosfotirosina fosfatase, um inativador da tirosina quinase(25).

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