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Cromo – Insulina – Diabetes

A Organização Mundial de Saúde (OMS) não estabelece um valor seguro exato para a ingestão de cromo, mas relata que dosagens de 125 a 200µg/dia além da dieta habitual pode favorecer o controle glicêmico e melhorar o perfil lipídico. Dessa forma, a dosagem máxima, dentro de um limite de segurança, é de até 250µg/dia, o que representa, por exemplo, cerca de dez vezes a AI recomendada para mulheres. São desconhecidos os possíveis efeitos colaterais da elevada ingestão de cromo – alcançando até 800µg/dia – bem como sua toxicidade. Contudo, parece que dosagens entre 200µg/dia e 800µg/dia em curto espaço de tempo não produzem efeitos positivos no que diz respeito à perda de massa gorda e ganho de massa magra. Entretanto, postula-se que os efeitos relacionados à sensibilidade à insulina são desencadeados com doses equivalentes a 1.000µg/dia, o que representa 13µg/kg de massa corporal (estimando uma massa corporal média de 75kg). Todavia, cabe ressaltar que o exercício associado à suplementação de cromo no intuito de melhorar o controle da glicemia pode diminuir a necessidade de ingestão desse mineral. É fato conhecido que a prática de exercício físico diminui a glicemia e a insulinemia em indivíduos com resistência periférica à insulina. Esses efeitos podem ser observados até em uma única sessão de exercício, podendo perdurar por várias horas após o término da atividade e ainda serem incorporados de forma crônica com a prática regular do exercício. A concentração de cromo também se mantém aumentada após o exercício, demonstrando, mais uma vez, sua ligação com a função da insulina. Durante o exercício físico a contração muscular aumenta a translocação de GLUT4 independentemente da presença de insulina. A sugestão atualmente mais aceita para explicar este fato é a do aumento intracelular de cálcio. A liberação de cálcio das cisternas do retículo endoplasmático liso, no momento da despolarização, necessária à interação dos miofilamentos de actina e miosina, também atua como mediador do transporte de glicose. Uma das bases desta hipótese é a observação do aumento do transporte de glicose, que se correlaciona com a freqüência da contração e não com a duração ou tensão do movimento. O aumento de cálcio no citoplasma pode iniciar ou facilitar a ativação de moléculas ou de proteínas envolvidas em cascatas de sinalização intracelulares, as quais promovem os efeitos imediatos e prolongados do exercício sobre o transporte de glicose. Um exemplo disso é a proteína quinase C (cálcio-dependente e sinalizadora intermediária), que é ativada pela contração muscular e parece estar envolvida na regulação do transporte de glicose estimulado pela contração muscular.

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